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quinta-feira, 24 de maio de 2012


REVIRAVOLTAS.

Ok, ia escrever um puta post sobre todas as coisas/pessoas que tão zoando a minha vida. Mas tudo que consigo pensar é que eu mesma que só faço merda.

Quer dizer... ainda... sai de mim espírito-de-porco. Mas acaba que preciso mesmo é limpar essa mente. Limpar tudo.

Sei lá o que fazer dessa vida. Não que eu esteja desanimada, ou que não queira continuar, sei lá. Mas parece que não enxergo mas muito bem pra onde estou indo. 



Nota.: ainda não tive muito tempo de falar sobre isso, mas, vamos lá. Diante de todas as - por assim dizer - pressões sociais - o que inclui uma indicação médica - acabei tentando começar a fazer terapia. E aí, humn... uma nova experiência para vida. Mas eis que da quase primeira para a segunda (que na verdade seria a primeira) sessão a pessoa me envia um e-mail (que ela disse que iria enviar) falando de Deus e tentando me vender Natura. Quer dizer, não quis dar chance...


quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dor no estômago.

domingo, 26 de junho de 2011

Resumindo...



Se o problema é a natureza (Homossexualidade não é natural, bla bla bla):
vídeo ou texto1, texto 2, texto 3, texto 4.



Se o problema é histórico/político (Pra esses que acham que isso é coisa da 'mudernidade'):

vídeo (não me responsabilizo pelas fontes, apesar de já ter lido mais de uma de suas afirmações em outros locais). Mas, reparem na ligação da repressão aos homossexuais e à acensão do cristianismo e aos regimes totalitários.
Fonte oficial sobre ausência da "prática de homossexualidade" no código criminal brasileiro de 1830 no governo de Dom Pedro I. Enquanto a maioria dos países ocidentais só descriminalizou a homossexualidade depois de 1950.

Se o problema é a religião (Nem todos os cristãos pregam o ódio e a intolerância):
Cristianismo (espiritismo): Vídeo :~

Agora, se o problema for homofobia... procure um psicólogo. :) Isso pode ser um distúrbio psicológico e tem tratamento, você não precisa conviver com isso. (nem eu)
Overdose de super interessante, mas vale o link.




domingo, 12 de junho de 2011

É possível que um dai eu vá ter um filho. É realmente possível que um dia eu vá adotar um filho. É também possível, quase provável, que seja uma criança grande (grandinha, sei lá. estranho mesmo seria se fosse diferente). E é óbvio que isso vai demorar pra acontecer.

A novidade nisso tudo foi que passou pela minha cabeça que, se o tempo que eu levar pra adotar um filho for o mesmo que uma criança leva pra ficar grandinha, o meu futuro filho pode já ter nascido. E ainda, como regulam as estatísticas desse país, é, dessa vez, provável que essa criança (caso realmente tenha nascido, e venha a se tornar meu filho), deva estar em péssimas condições nesse momento.

Confesso que me perturbou um pouco saber que alguém que eu vou amar tanto, como alguém pode amar um filho, possa estar sofrendo horrores nesse momento e eu não esteja fazendo absolutamente nada pra mudar isso.
Mas esse é mais um daqueles questionamentos sem resposta. O que posso fazer agora é... Dear, um dia eu vou chegar e vai mudar tudo. Fica tranquilo.

O resto, a parte da incapacidade de lidar com mundo... deixa pra lá.